PROJETO DE ENERGIA EÓLICO JUNCO I E II NO MUNICÍPIO DE JIJOCA DE JERICOACOARA

14/11/2012 22:12

 

DEIXEM SUA OPINIÃO NO FINAL DO TEXTO NA PETIÇÃO PÚBLICA.
O projeto eólio de interesse da VOLTÁLIA ENERGIA DO BRASIL LTDA., denominado UEE Junco I e UEE Junco II, apresenta proposta de implantação no
município de Jijoca de Jericoacoara, estado do Ceará. A planta eólica será constituída de 34 (trinta e quatro) aerogeradores Vestas V100 de 1.800 kW,
totalizando uma capacidade instalada de 61.200 kW, que deverão ocupar uma área total de 705,06 hectares. O projeto foi desenvolvido, tendo como finalidade oferecer energia a partir de fonte alternativa a preços competitivos, aproveitar o potencial natural da região e utilizar tecnologia de ponta para a geração de energia nos moldes do desenvolvimento sustentável.
 
A localização dos empreendimentos justifica-se pelos seguintes aspectos: situação geográfica ideal, uma vez que a área está situada na zona litorânea, possuindo uma posição favorável ao aporte dos ventos; e em superfície de tabuleiros pré-litorâneos ambientalmente estáveis, com boas condições geotécnicas; a existência da subestação Sobral III a 95 km de distância, para escoamento da geração de energia eólico-elétrica, as características topográficas, baixa rugosidade da área e a disponibilidade de terreno com dimensões e condições ambientais favoráveis ao desenvolvimento do projeto.
Além destes fatores são relevantes as condições de infra-estrutura na seleção da área, destacando-se que a área apresenta facilidade de acesso à energia elétrica, comunicação e abastecimento de água, o que gera facilidades para instalação e operação do empreendimento.
 
Com relação às alternativas de localização, o empreendedor teria outras localidades na faixa litorânea e costeira do estado do Ceará, com características naturais semelhantes às da área do estudo, porém a existência de infra-estrutura básica no entorno, e a disponibilidade de terrenos para o uso e ocupação a que se propõe o projeto, foram pontos decisivos para a escolha da área.
 
O tamanho do projeto, quanto à capacidade instalada das Usinas Eólio-Elétricas, tem como pressuposto, a relação entre a capacidade das turbinas a serem utilizadas, o tamanho da área, a rugosidade do terreno, a velocidade dos ventos e as especificações técnicas dos aerogeradores.
A distribuição dos aerogeradores no terreno levou em consideração o dimensionamento dos equipamentos, o tamanho da área e condicionantes
ambientais como a existência de corpos hídricos.
 
Para locação das torres foi adotado um layout onde os aerogeradores foram posicionados de forma perpendicular à direção dos ventos, respeitando um
distanciamento mínimo entre as torres estimado em 200 metros, evitando interferências e aproveitando, portanto, o melhor aporte dos ventos nos
aerogeradores.
 
O prognóstico sobre a evolução da área sem a implantação das UEEs Junco I e II, em se tratando de uma área com peculiaridades ambientais e paisagísticas significativas, pode ser compreendido através da grande potencialidade atrativa local frente a investidores do setor turístico-hoteleiro e imobiliário, que se resultariam em projetos com maiores intervenções e adversidades aos aspectos ambientais, principalmente se implementados de forma desordenada. A relevância ecológicaambiental da área também poderia ser comprometida diante o desenvolvimento insustentável de atividades inerentes a agricultura e pecuária, uma vez que historicamente no estado do Ceará estão relacionadas às intervenções constantes na dinâmica e equilíbrio natural. Por outro lado, com a não execução de projetos para a área pode-se projetar prejuízos ao processo de desenvolvimento econômico e social da população do entorno.
 
A previsão sobre o futuro da área com a implantação e operação das UEEs Junco I e II é a de que o local comportará uma atividade produtiva, que utilizará recursos naturais impactando ao mínimo o meio ambiente, tendo em vista que a própria instalação já é um impacto, porém, a produção de efluentes ou resíduos na operação das Usinas Eólio-Elétricas é insignificante. Ainda o trânsito de veículos e pessoas será mínimo, e as alterações ambientais temporárias decorrentes da instalação do empreendimento serão compensadas ou atenuadas através da adoção de medidas mitigadoras e de controle ambiental, o que minimizará as adversidades ambientais. Durante a instalação do empreendimento as adversidades geradas ao meio ambiente são mais significativas em razão das intervenções diretas nos componentes ambientais como retirada de vegetação, manejo de materiais, trânsito de equipamentos e veículos, o que reflete em alteração temporária da sonoridade, alteração da qualidade do ar e desconforto ambiental.
 
Veja o projeto completo AQUI
 
Queremos saber se sua Opinião do que acham da instação
 

 

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